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Chipre opta por ficar fora do Sistema de Entrada/Saída digital da UE para manter controlos fronteiriços manuais

Chipre confirma que não adotará o Sistema de Entrada/Saída (EES) biométrico da UE em 2026, mantendo os carimbos manuais nos passaportes enquanto o Espaço Schengen se digitaliza.

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O Chipre confirmou oficialmente que não irá implementar o novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da União Europeia quando a estrutura de fronteira digital entrar em funcionamento no Espaço Schengen em abril de 2026 www.travelandtourworld.com. Enquanto a maioria dos Estados-membros transita para a recolha de dados biométricos, incluindo impressões digitais e exames faciais, o Chipre manterá os seus atuais procedimentos manuais de carimbo de passaportes para viajantes de fora da UE cyprus-mail.com. Esta decisão garante que a ilha continue a ser um ponto de entrada distinto com protocolos de fronteira tradicionais, divergindo dos sistemas automatizados que estão a ser adotados por destinos europeus vizinhos.

A exclusão do EES deve-se principalmente ao estatuto atual do Chipre fora do Espaço Schengen, embora a nação pretenda a adesão plena até 2027. Para os viajantes, isto significa evitar o potencial de longas filas e atrasos técnicos associados à implementação inicial de quiosques biométricos nos principais centros europeus. No entanto, a divergência cria um sistema de dois níveis para os cidadãos britânicos e outros residentes de países terceiros que vivem no Chipre, que devem garantir que possuem cartões de residência biométricos para evitar os controlos do EES ao viajar da ilha para países do Espaço Schengen.

Os visitantes que planeiam viagens ao Chipre após abril de 2026 devem esperar um processamento manual padrão, em vez do registo digital exigido em países como França ou Grécia. Os viajantes devem continuar a respeitar o limite de permanência de 90 dias num período de 180 dias, e o futuro Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS) aplicar-se-á eventualmente a quem entrar na região. Os residentes britânicos que possuem atualmente documentos de residência mais antigos são vivamente aconselhados a transitar para cartões de residência biométricos para facilitar um trânsito mais fluido através das fronteiras em conformidade com o EES noutros locais da Europa.