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Companhias aéreas exigem suspensão do sistema de fronteiras EES após interrupções na implementação

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As companhias aéreas europeias estão a exigir a suspensão da nova tecnologia de fronteira do Sistema de Entrada/Saída (EES) após a sua implementação caótica em 10 de abril de 2026, com líderes do setor a citar filas de até três horas que deixaram passageiros retidos e causaram a perda de voos em grandes centros como Milão Linate e aeroportos suíços.uz.kursiv.mediawww.visahq.comwww.visahq.com Grupos como a Airlines for Europe (A4E) e a ACI EUROPE descreveram os problemas como uma "falha sistémica" em vez de meros problemas iniciais, instando a Comissão Europeia a suspender o sistema biométrico concebido para rastrear viajantes não pertencentes à UE através de passaportes, reconhecimentos faciais e impressões digitais.

As interrupções atingiram duramente o setor, com a transportadora de baixo custo EasyJet a relatar que apenas 34 de 156 passageiros embarcaram num voo de Milão para Manchester devido a atrasos na fronteira, forçando outros a mudar de rota com custos superiores a £1.600 e a chegar com um dia de atraso. Na Suíça, os aeroportos de Zurique, Genebra e Basileia-Mulhouse enfrentaram filas de três horas durante o fim de semana de 13 e 14 de abril, sobrecarregando as ligações de companhias aéreas como a Swiss International Air Lines, EasyJet, Emirates e United, enquanto economias como a de Zurique incorrem em 1,3 milhões de CHF por hora de atrasos devido a perdas de faixas horárias e indemnizações. A A4E enfatizou que as companhias aéreas estão impotentes perante estes estrangulamentos externos, apesar dos esforços para manter os horários.

As companhias aéreas e os aeroportos estão agora a pressionar para a ativação das regras da UE que permitem aos Estados-membros e parceiros de Schengen, como a Suíça, suspender o EES por 90 dias em casos excecionais, prorrogáveis por um total de 180 dias se as filas excederem os limites, conforme delineado numa carta aberta conjunta da A4E e da ACI EUROPE. Embora a eu-LISA gira o sistema para aumentar a segurança e combater a permanência ilegal, crescem os apelos por um "botão de emergência" antes do pico de tráfego da Páscoa e das férias do final de abril para evitar mais caos.

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